sábado, 20 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Objetos com papel machê
Vasos e pratos inspirados em Romero Britto
(Fonte: www.peralvaperalta.blogspot.com)
Luminárias
(Fonte: www.tribunadonorte.com.br)
Vaso
(Fonte: www.artecriacaokbf.blogspot.com.br)
Receita de papel machê
Massa de papel machê para artesanato
Ingredientes
- Jornal picado em grande quantidade
- Cola Branca
- Água
- Liquidificador
Modo de preparo da massa:
- Rasgue o jornal em pedaços pequenos e coloque dentro de uma bacia; deixe de molho na água por pelo menos 24 horas.
- De preferência, bata a massa no liquidificador, no modo pulsar, parando e batendo. Se não for possível, use um ralo grosso e desmanche o papel até formar uma massa homogênea.
- Coloque a massa na peneira e vá apertando para escorrer toda a água.
- Esfarele a papa numa bacia e junte a cola branca na proporção de 30 gramas de cola para cada 500 gramas de papel.
- Abra a massa com um rolo e comece a trabalhar a sua peça.
Máscara indígena Kadiwéu
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
"RECICLAGEM DA ESCOLA ADVENTOR" -atividades com 7º A,8ºA e 9º A
Confecção de porta canetas utilizando caixas de leite longa vida.
- caixa de leite longa vida;
- papéis colorset de diversas cores;
- cola;
- fita dupla-face;
- tinta.
BANDEIRA DO BRASIL
MATERIAIS
- garrafa pet;
- tinta guache nas cores verde, amarela, azul e branca;
- cola;
- fita dupla-face.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Arte Brasileira - Heitor dos Prazeres
"Heitor dos Prazeres nasceu no Rio de Janeiro em 1898
e faleceu na mesma cidade em 1966. Menino do morro, filho de operário,
sua vida seguiu a rotina de qualquer criança favelada. Ora trabalhava no
ofício de seu pai, que era marceneiro, hora vadiava nas ruas do centro,
entre a praça Onze e o Mangue, região da mais refinada malandragem.
Não
é, pois de se estranhar que, já aos treze anos, fazia sua estreia nos
registros policiais, ficando preso por dois meses na Colônia Correcional
de Ilha Grande, sob a acusação de vadiagem, o que na época era
tipificado como contravenção penal.
A
música foi a primeira paixão de sua vida, aprendendo, desde cedo, a
tocar clarinete e, depois, cavaquinho. O samba e a marchinha surgiram em
seguida, consequência do ambiente em que vivia e das rodas que
freqüentava, fonte de aprendizado e de inspiração. Depois veio o
casamento, que não durou tanto, pois sua esposa faleceu quando ele tinha
apenas 39 anos de idade.
Foi então que, para preencher o vazio de sua vida, Heitor dos Prazeres começou a pintar aquarelas,
ao sabor do vento, sem técnicas especiais; depois, passou para a
pintura a óleo e aí, sim, foi, aos poucos, aperfeiçoando seu estilo
próprio, até chegar às imagens claras e brilhantes que conhecemos hoje,
com personagens em contínuo movimento e irradiando o calor humano.
Era o cotidiano do morro
que ganhava espaço e expressão em suas telas: as favelas, as mulatas,
as brigas, as rodas de samba, tudo contado com extrema simplicidade,
retratando as cenas mais comuns da vida do Rio de Janeiro, naquilo que a
cidade tem de mais popular e autêntico.
Nada de tristeza. Registrando o trabalho, o lazer e mesmo as desinteligências entre as pessoas, tudo é uma festa continuada, uma manifestação de apego à vida, de aproveitamento total de cada momento, como se fosse o único.
Dotado de memória fotográfica,
não precisava estar diante do objeto para retratá-lo. Simplesmente ia
passando para a tela tudo aquilo eu um dia vira e que ficara gravado em
sua mente.
Dono
de uma imaginação extraordinária, não precisava mesmo ter visto nada.
Diante de um quadro qualquer de Heitor sobre o homem do campo e a
atividade rural, poucos acreditariam que ele nunca havia estado lá,
vivendo o cotidiano do sertão, ou convivendo com o caHeitor dos Prazeres
alcançou em vida a consagração que muitos artistas só encontraram após a
morte. Realizou exposições individuais em vários Estados, participou de coletivas, marcou presença nas bienais de São Paulo em 1951, 1953 e 1961.
Seus
quadros estiveram em exposições internacionais e chamaram a atenção
pela ingenuidade com que foram abordados os acontecimentos mais triviais
da vida carioca. Dizem que até a rainha da Inglaterra se impressionou
com eles e mandou que fosse adquirida uma obra para sua coleção.
Certo,
mesmo, é que Heitor dos Prazeres ganhou efetiva ressonância no exterior
e, para isso concorreu, com certeza, a honestidade com que reproduziu a
gente simples do Brasil, sem enfeites, sem rebuscamentos, sem
complicações. A obra de Heitor é o retrato, sem retoques, de uma cidade,
o Rio de Janeiro, e de um povo, o povo brasileiro".
Texto de Paulo Victorino
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Conteúdos Exames Finais
Matutino
6ºA - Arte na Pré-História
- Arte Egípcia
- Arte Grega
- Arte Indígena
7ºA - Renascimento Italiano e Espanhol
- Maneirismo
- Barroco Italiano e Espanhol
8ºA - Movimentos Europeus: Expressionismo, Cubismo, Fauvismo, Surrealismo, Futurismo, Abstracionismo
- Modernismo Brasileiro
1ºA/B - Arte na Pré-História
- Arte Egípcia
- Arte Românica
- Arte Gótica
Vespertino
7ºB - Renascimento Italiano e Espanhol
- Maneirismo
- Barroco Italiano e Espanhol
8ºB - Movimentos Europeus: Expressionismo, Cubismo, Fauvismo, Surrealismo, Futurismo, Abstracionismo
- Modernismo Brasileiro
9ºB - Pop Art e Op Art
- Cultura e Arte Afro-Brasileira
- Arte Regional Sul-mato-grossense
- Arte Indígena
1ºD/E - Arte na Pré-História
- Arte Egípcia
- Arte Românica
- Arte Gótica
2ºB - Arte Acadêmica Brasileira
- Realismo
- Impressionismo
3ºB - Pós Semana da Arte Moderna
- Arte Contemporânea
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